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Virgil's Purgatory ZX is a metroidvania (Exploration Action Platformer) for ZX Spectrum (planned for MSX too in 2022). This is a .tap rom file (ZX), so you will need a ZX Spectrum emulator or the real hardware system to play this game. For ZX version I recomend using Espectaculator (paid) or Fuse (free).

The game is based on the 2016 PC version (here on my itch too).

Game made with the awesome MPAGD from Jonathan Cauldwell https://jonathan-cauldwell.itch.io/multi-platform-arcade-game-designer

Key Features:

  •  About 30 minutes of full speedrun gameplay
  •  44 unique screens
  • 48k game with YA music (Needs expansion YA card or ZX 128k model)
  •  Metroidvania gameplay with platform and action elements
  •  Inspired by Dante's Alighieri "Divine Comedy" Brazilian northeast folk literature (lieratura de cordel), the history of "Cangaço" and woodcut art.
  • English and Portuguese versions included


 Controls: there are 4 control configuration versions of the game included for respectively player directions and action buttons, like QAOP-ZM, QAOP-MZ, WASD-NM, and the modern IJKL-ZX. Refer to the read-me file for more information about keyboard configuration versions.

Have Fun.

Para brasileiros: caso tenham problemas em pagar via Paypal, ou se preferirem como alternativa, você pode comprar o jogo via transferencia PIX no valor de R$ 20,00.  Após a transferencia por favor envie um email para paulo_villalva@yahoo.com.br informando qual jogo você adquiriu.

Chave PIX: 476864fb-67e2-4cf3-a1e4-1ff45ed6c456

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Algumas palavras a mais sobre a narrativa e contexto deste jogo:

Eu não canso de repetir que meus jogos são o meu produto de arte, e que encaro o jogo como uma linguagem estética com suas particulariedades tanto quanto o cinema, os quadrinhos, as artes plásticas, a literatura, ou o que você puder imaginar. Estou nessa "pesquisa" de entender essa linguagem, e explorar suas possibilidades, já fazem alguns anos, aprendendo tanto a parte mais "técnica" (a programação, o desenho de interação entre jogador e jogo, etc), quanto a parte mais artística, e não só fazendo as músicas e gráficos mas entendendo como isso tudo se articula na narrativa do jogo. E o tema escolhido é sempre muito importante nessa equação.

O Purgatório de Virgílio é (foi em 2016 e o é novamente, agora de forma mais consciente) meu manifesto de que um jogo brasileiro pode abordar temas regionais sem ser necessariamente "regionalista" ou menos ainda tradicionalista. Quando eu escolho pegar elementos da história do cangaço, da literatura popular de cordel e tudo que se relaciona a ela, e faço relação e diálogo com a Divina Comédia de Dante Alighieri, eu quero dizer que um não é mais importante que o outro em termos culturais. E que, claro, sendo brasileiro, me é interessante abordar temas daqui, mas sem reduzir-los á qualquer gueto ou margem, mas pelo contrário, fazendo o movimento de inserir-los na cultura universal humana. Por que o que temos culturalmente de diferente do resto do mundo é o que temos de mais rico e único, e ignorar nossa cultura seria também me empobrecer artisticamente.

Daqui a um ano, em 2022, farão 100 anos da Semana de Arte Moderna no Brasil. Sua importancia não cabe aqui nesse parágrafo, mas em resumo os modernistas deixaram claro que era preciso "antropofagizar" o estrangeiro, "comer eles", e assim parir o novo, mesmo que de forma caótica. Não basta se apoiar na tradição cultural, que é sim importante, mas é preciso ir além. Posteriormente, o movimento da Tropicalia atualizou este entendimento, e deixou ainda mais claro que o oposto também não nos serve: apenas imitar o estrangeiro como um "vira-lata" neo colonizado é talvez ainda mais miserável e pobre culturalmente, e que a "antropofagia" devia ser ainda mais radical. Em certa medida, o manifesto Mangue Beat, encabeçado por bandas de Recife como o Nação Zumbi, fez nos anos 90 uma nova atualização da atropofagia modernista, agora num mundo muito mais urbano que rural.

É sem medo da estatura destes grandes que eu me insiro nessa mesma busca, e eu não estou sozinho. Repito então, "O Purgatório de Virgílio", meu joguinho retrô, independente, obscuro, conhecido por poucos, foi meu manifesto nesse sentido em 2016, e o faço com ainda mais propriedade agora em 2021.


English: A few more words about the narrative and context of this game:

I'm never tired of saying that my games are my art products, and that I see it as an aesthetic language, with its peculiarities as much as movies, comics, visual arts, literature, or whatever you can call art. I'm on this "research" to understand and explore this language and its possibilities for quite some years by now, learning both the more "technical" part (programming, the design of interaction between player and game, etc.) and the more artistic part. Not just making the music and graphics but understanding how it all articulates in the game's narrative, therefore, the chosen theme for the narrative is very important in this equation. 

Virgil's Purgatory is (it was in 2016 and it is again,more consciously now) my manifesto that a Brazilian game can address regional themes without necessarily being "regionalist" or traditionalist. When I choose to take elements from the history of “cangaço”, folk “cordel” literature with all that goes along, and find parallels with Dante Alighieri's Divine Comedy, I mean that one is not essentially more valuable than the other in cultural terms. It’s Important for me to approach the native subject without reducing it to any ghetto or margin, on the contrary, making the move to insert them into the universal human culture. Ignoring our own culture would feel like impoverishing myself artistically. 

In 2022 the "Modern Art Week in Brazil" will be 100 years old. Its importance does not fit in this paragraph, but in short, the Brazilian Modernists made it clear that it was necessary to "anthropophagize" the foreigner, "eat them", and thus give birth to the new, even if in a chaotic way. It is not enough to rely on cultural tradition, which is important, but it is necessary to go further. Subsequently, the "Tropicalia Movement" updated this understanding, and made it even clearer that the opposite does not serve us either: just mimic the foreigner culture as a neo-colonized one is perhaps even more miserable and culturally poor. In more recent times, the Mangue Beat Manifesto, headed by Recife bands such as "Nação Zumbi", in the 1990's, made a head way on Modernist Anthropophagy. 

It is without fear of the stature of these great ones that I enter this same quest. So I restate, "Virgil's Purgatory", my little retro, independent, obscure, known just by a few, game, is my manifesto on this matter.


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Virgil's Purgatory (ZX Spectrum)(2021).zip 271 kB

Comments

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Is there no demo vesion??

Not right now. But please, contact me on twitter: https://twitter.com/amaweks

Olá. Parabéns pelo jogo. Confesso que senti falta da nordestinidade ser mais explorada nas músicas. Se um dia quiser fazer um update no jogo e precisar de umas BGMs mais nordestinas, avise.

(2 edits)

Olá, obrigado. Sim, talvez pudesse ser interessante ter músicas mais "Nordestinas", agradeço a oferta, mas a princípio eu quero dar um toque mais de filme de terror, como parte do amalgama de misturas de elementos. Um pouco como num filme como Bacurau, que mistura elementos do nordeste, e do cangaço, com referencias de filmes de John Carpenter. A primeira música eu tentei simular o som de um triângulo, na percussão, o que não foi muito fácil nem exatamente bem suceddido no chip YA do ZX Spectrum, que tem um som semelhante ao PSG do Master System e a penas 3 canais de som. Eu tinha mais músicas compostas, mas para o jogo inteiro caber nos míseros 48kb de memória e não travar tive de incluir apenas 4, e guardei o melhor para o final, com minha versão de Asa Branca para o chip YA do ZX Spectrum, com letra sincronizada e tudo ;)

Very creative game and it's fun.

I play ZX Spectrum games on MiSTer, but I wonder why you still have to use the keyboard to jump when you use a joystick (Kempston). That's why I assigned the X key (jump) to joystick UP, the Z key (attack) to the fire button, and K (down), J (left) and L (right) on MiSTer's Speccy core and chose keyboard in the game.

Here is my gameplay from it:

Hi, I'm glad you've liked the game. About kempston joysticks I reall ydo not know how to fix (or even if it has a fix) to this issue, or even if the joystick itself has more then 1 button (I never saw one on my life, and I'm still triyng to fing a working ZX to amke tests on real hardware myself). My brother have a MiSTer FPGA too, and he does some testing for me. I do not assigned the jump on UP control cause you eed UP to ain the head. On the small manual readme.txt there is a description of the controls, and for short youcan ain the head with down+attack, attack, and up+attack, trowing the head in a short range, normal range, and upper and longer range. This helps a lot killing enemies, but demands that the player master the "head trowing" technic. I hope the game gives you some time of joy, and thanks for the feedback and video.

Oi Paulo,

Tu estética es única, 

supercreativo

felicitaciones

Olá, obrigado, fico feliz que tenham pessoas que tenham admirado o resultado do jogo, em especial o estético.